Afinal, você já descobriu porque seus e-mails não convertem?

e-mail Sep 11, 2020

As causas podem ser várias, mas entender porque seus e-mails não convertem e como fazê-los funcionar pode melhorar (e muito) os resultados da sua empresa!

Receber e-mails de empresas nunca foi algo que as pessoas realmente amassem. Elas podem achar útil, mas não se enganem: muitas vezes, elas simplesmente passam o olho pela caixa de entrada. No entanto, vez outra, cruzamos com conteúdos interessantes e que podem resultar em vendas. Essa perspectiva provavelmente é o que guia a estratégia de e-mail marketing da sua empresa.

Porém, você já parou pra pensar se não está mandando e-mails demais para sua base?

A pergunta é válida, mas toca em pontos delicados:

Afinal, diminuir a quantidade de e-mails também vai reduzir o investimento e, por isso, reduzir os resultados?

Bom, sim — em alguns casos.

Em outros — e esse é o ponto que quero chegar — um replanejamento otimiza a estratégia, oxigena o seu relacionamento com os clientes e potencializa resultados.

Agora, veja se concorda comigo: será que não está na hora de diminuir o número de e-mails, evitar propaganda e diminuir os envios daquilo que não é necessário?

Talvez esse pensamento dê a luz necessária para que você repense sua estratégia de e-mails. Afinal, o e-mail marketing nunca foi sobre quantidade, mas sim sobre qualidade. E justamente por preferir o primeiro em detrimento do segundo que, talvez, você não veja mais os resultados.

Nesse conteúdo, quero explorar mais esse assunto e tentar destrinchar alguns dos motivos que provavelmente estão levando sua estratégia por água abaixo. Além disso, quero sugerir algumas soluções e ideias.

E aí, vamos nessa comigo? Continue a leitura!

E-mail marketing: como fazer a estratégia dar certo?

Você sabe que o e-mail é um canal eficiente de contato e relacionamento. Somente em 2020  estima-se que o número de usuários da ferramenta chegue a 3 bilhões.

Além disso, uma pesquisa do Pew Research verificou que 93% dos adultos online trocam mensagens e que  61% deles o faz diariamente.

E é claro que dados dessa magnitude fazem os olhos de gestores e profissionais de marketing brilhar. Afinal, está aí um canal direto entre as empresas e os seus potenciais consumidores, facilitando criar gatilhos que incentivem a compra.

Porém, aí mora o 1º fato sobre e-mails:

1# O e-mail não foi feito para fazer publicidade ou propaganda

Essa é a verdade. Por ser um canal tão eficiente, ele muitas vezes é confundido com uma sessão de anúncios do jornal impresso (lembra dele?). A verdade é que a propaganda, pura e simples, pode muitas vezes irritar o usuário.

Isso quer dizer que não deve ser feita? Não! Mas sim que sua empresa deve ter os olhos atentos: o e-mail é um canal de troca de conteúdo, de conversas, um meio de firmar um relacionamento com o outro.

Em todos esses anos de marketing digital, aprendi que o e-mail deve ser bastante pessoal. Quanto mais personalizado dá, mais retorno obtém.

Além disso, talvez um dos problemas de hoje esteja justamente no começo desse subtópico: números, dados, estatísticas. Olha-se para os e-mails como uma mera estatística, mas há muito mais nessas informações que se pode imaginar.

Para torná-los efetivos, porém, você deve tratá-los de forma diferente. Isso quer dizer que não deve ser comercial?

Ao contrário: deve ser sim, mas buscando aliar essa vontade a um conteúdo enriquecedor e útil para a pessoa, que lhe ajude com suas dores.

2# Conteúdo importa (e o título também)

Essa é a velha máxima da criação de e-mails, mas extremamente importante. Muito além do conteúdo, que deve ser bem pensado e otimizado para sua persona, o título deve ser bom.

Mas bom como? Do jeito que a sua persona gosta.

Para você ter noção, cerca de 69% dos usuários marcam e-mails como spam apenas por conta de seu título. Ou seja, sequer avaliam o conteúdo.

Muita dessa culpa está na empresa e naquele negócio de “fazer por fazer”, simplesmente porque estão colocando o email como estatistica: Vou mandar “X” milhões de emails e esperar que “Y “% retornem. Isso está errado em vários níveis.

No entanto, sei que não é exatamente fácil produzir bons e-mails. É preciso experimentar e conhecer a persona. Para isso, existem algumas dicas e testes que você pode fazer.

A primeira e mais eficiente é contar com uma ajudinha especializada (oi! ).

A segunda é analisar sua concorrência e suas referências: o que eles fazem de bom e o que é ruim, na sua opinião? Busque reaproveitar àquilo que lhe parece dar resultados — com seu próprio tempero, claro.

A terceira é aproveitar o potencial da sua base: faça entrevistas e pesquisas com clientes e leads. Entenda seus interesses, suas dores e como eles mesmos gostariam de receber o conteúdo. Esse contato transparente e franco é uma ótima forma de estabelecer um relacionamento com seus leads.

Ah, e além disso, aproveite as possibilidades da sua ferramenta de envio de e-mail marketing: faça sempre que possível testes A/B, alternando tanto títulos como a mensagem no corpo do texto.

Opa, acabou? Na verdade não.

Decidi dividir esse conteúdo em 2 partes, justamente porque acho que há muito a se conversar. Acima, explorei dois pontos que acho essenciais e latentes em uma má relação entre a empresa e seus e-mails marketing.

Aqui, arranhamos a superfície. Você está pronto para mergulhar no assunto e entender como fazer seus e-mails obterem até 40 vezes mais engajamento que um post de redes sociais?

Sim, é possível! Na parte 2” te ensino como.

Continue de olho em nosso blog e confira!

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